O preço do BTC, durante a semana passada, ficou em uma faixa entre US$ 27.000 e US$ 30.000 por vários dias consecutivos. Parece que os crescentes problemas bancários nos EUA na quarta-feira, desta vez com o First Republic, ajudaram o ativo a recuperar algum valor. Os compradores do BTC aumentaram quase dois mil e ficaram a centímetros de US$ 29.000. Logo depois, atingiu US$ 30.000 novamente.
No entanto, notícias falsas surgiram neste momento, alegando que carteiras conectadas ao governo dos EUA e aos credores de Mt. Gox começaram a se desfazer de seus Bitcoins. As consequências foram sentidas imediatamente quando o BTC caiu US$ 3.000 para US$ 27.200. Como os relatórios foram refutados, o BTC voltou à ofensiva e recuperou cerca de US$ 2.000. Agora está sendo negociado no nível de US$ 29.300.
Notícias Quentes do Mercado
Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE), alertou recentemente que o status do dólar dos EUA como moeda de reserva global “não deve mais ser dado como certo”. Isso é parcialmente resultado de advento das criptomoedas, que mostrou que os pagamentos internacionais podem ser feitos com facilidade com dinheiro digital, impulsionando a criação de CBDCs que atuam enfraquecendo o dólar (Cripto Fácil);
Em 26 de abril, como o aplicativo de mensagens Telegram não entregou à Polícia Federal todos os dados sobre grupos neonazistas da plataforma pedidos pela corporação, a Justiça determinou que operadoras de telefonia e lojas de aplicativos retirem o aplicativo do ar imediatamente (Globo);
Faltam oficialmente cerca de 100 dias para o terceiro halving do Litecoin (LTC), com o evento previsto para ocorrer em 2 de agosto de 2023, no bloco 2.520.000. No entanto, a data pode mudar devido às flutuações da taxa de hash da rede. Halving é um mecanismo no qual as recompensas que os mineradores criptográficos recebem por validar transações em um blockchain são cortadas pela metade, visando combater a inflação e incentivar uma trajetória de crescimento sustentável e estável para a criptomoeda (Crypto Potato);
O Brasil foi um dos países em que mais se investiu em criptomoedas através de fundos de mercado na penúltima semana de abril, segundo um relatório da empresa CoinShares sobre o fluxo de investimentos em fundos de cripto. Os de Ethereum impulsionaram a entrada de capital, com US$ 16,8 milhões direcionados a produtos com exposição à criptomoeda, provavelmente devido à realização bem-sucedida da atualização Shanghai na Ethereum (Cointelegraph).
fonte: Novadax